A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 03/04/2022

O trânsito de pessoas nos centros urbano, é um assunto discutido desde eras passadas, como já se podia obsevar na afirmação, “todos os caminhos levam à Roma”, feita a tanto tempo atrás. Compreende-se então, que mesmo em épocas completamente diferentes, o tema em questão é o mesmo: o fluxo de pessoas sempre esteve mais direcionado aos ambientes citadinos do que a qualquer outro espaço. Sendo assim, é indiscutível que esses fatores tenham propiciado a ocorrência de crises relacionadas a essas movimentações.

Portanto, tendo isso em mente, pode-se entender que problemas como a superlotação de transportes públicos, ou o crescente número depessoas que tem buscado ter o seu próprio veículo de movimentação, o qual muitas vezes corresponde a um carro ou uma motocicleta, têm colaborado para o surgimento de intensos engarrafamentos e congestionamentos veiculares, nos grandes centros metropolitanos brasileiros.

Além disso, pode-se acrescentar o descaso das instituições estatais na realização de investimentos em meios de transporte alternativos, que poderiam modificar positivamente, esse quadro de crise. Se for pensado nas bicicletas e nos benefícios que elas trazem para o meio ambiente e para o indivíduo que as utiliza, por exemplo, analiza-se que um posicionamento das autoridades, poderia fazer com que esse simples móvel de duas rodas, fosse priorizado na escolha de qual tipo de transporte deve ser optado.

Dessa forma, entende-se que existe uma clara necessidade de uma correção no modo como os governantes de cada cidade, agem em relação a mobilidade urbana brasileira. Por isso, diante do exposto, seria ideal que houvessem direcionamentos de verbas para a construção de ciclovias, juntamente com um incentivo eficiente quanto ao uso de bicicletas.