A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 03/04/2022

Em Amsterdã, Holanda, a maior parte dos cidadão utilizam da bicicleta como seu principal meio de transporte. Isso ocorre, porque diferentemente do Brasil, que apresenta uma crise na mobilidade urbana, em países como esse, há uma grande estrutura, de boa qualidade, para transportes públicos. O que gera uma diminuição dos trânsitos e da poluição. Dessa forma, são necessárias algumas medidas para que essa situação passe a ser realidade no Brasil.

Primordialmente, é importante destacar que a principal razão para a crise na mobilidade urbana é a falta de estrutura. Um exemplo disso é a cidade de Nova York que apresenta mais de vinte linhas de metrô espalhadas, enquanto Belo Horizonte apresenta somente uma, que cobre uma pequena área. Assim, forçando as pessoas a utilizarem transportes privados, caso precisem ir para outros lugares. Por tanto, é necessário minimizar esse problema.

Consequentemente, há um aumento dos trânsitos e poluição. Essa situação pode ser comparada com o curta metragem ‘‘Man’’, em que ilustra várias cenas de trânsito causados por conta da superlotação de carros nas ruas. Além disso, mostra os carros emitindo muitos gases poluentes que acabam por poluir muito o lugar onde é retratado, que é exatamente o que se passa no Brasil.

Logo, é necessário medidas para que o Brasil passe a ter um sistema de transporte semelhante ao de Amsterdã. Para isso, cabe ao governo, investir uma verba maior nessa área. Isso, por meio da cobrança de um imposto sobre os carros e motos que circulam pela cidade e direcionando esse dinheiro somente para o aprimoramento das redes de transporte público. Dessa forma, com a finalidade de incentivar o maior uso de bicicletas, metrô, ônibus e minimizar a crise na mobilidade urbana brasileira.