A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 03/04/2022
A crise do trânsito urbano é um problema vivenciaado pela maioria dos cidadãos das grandes cidades brasileiras.E,segundo o jornal Correio Popular,em cerca de oito anos,a cidade de Campinas poderá entrar em colapso devido á demanda de veículos.Diante disso,podemos analisar as causas,consequências e possíveis soluções para esse impasse social.
Com a Revolução Industrial dos séculos XVIII e XIX,surgiu o primeiro modelo de produção em massa de automóveis,conhecido como fordismo,idealizado por Henry Ford.Dele derivaram vários outros modelos,todos voltados para a produção em massa,levando a um aumento da posse de automóveis que superou a oferta da cidade,criando o caos que os trabalhadores urbanos enfrentam todos os dias.
Além disso,os frequentes engarrafamentos devido ao grande número de veículos,além de atrasar a vida de muitos brasileiros,também são fatores que contribuem para o impacto climático e a poluição.Prova disso é o fenômeno climático “ilhas de calor”,causado pelo homem,onde as temperaturas médias nas cidades são mais altas do que nas áreas rurais próximas,causadas principalmente pela emissão de gases poluentes.
Inegavelmente, o modelo de produção de veículos proposto na Revolução Industrial ajudou a tornar esses produtos mais baratos e acessíveis,mas o planejamento urbano deve trabalhar em conjunto.Portanto,o governo federal deve desenvolver políticas públicas que abordem as questões do transporte dignos e confortáveis,aumentando o número de ciclovias e aumentando alternativas como o tráfego matroviário,para reduzir o número de carros e eliminar esse inconveniente urbano.