A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 03/04/2022

Durante a Segunda Revolução Industrial, Henry Ford fundou o fordismo com o objetivo de produzir automóveis em massa, o que possibilitou a praticidade do deslocamento urbano. Entrando no século 21, inúmeros carros circulam pelos centros urbanos, causando dificuldades de circulação nas vias, e mudanças são necessárias para solucionar esse problema.

Em resposta, o bombeiro Edson Barbosa afirmou que levaria 30 minutos para chegar ao trabalho e 5 minutos de carro nos finais de semana sem congestionamento. Isso gerou uma retração econômica, pois o acúmulo de carros e motocicletas nas ruas atrasou a chegada dos funcionários à empresa. Portanto, a saída é baixa. Além disso, os automóveis emitem mais substâncias tóxicas, e os poluentes ambientais emitidos podem levar ao aumento do efeito estufa, chuva ácida e problemas de asfixia.

No entanto, o problema está longe de ser resolvido. Apesar da dificuldade de locomoção nos centros urbanos, muitas pessoas preferem o conforto de um carro à insegurança e pouco conforto do transporte público. Além disso, a publicidade utilizada na mídia aumenta as compras sociais de carros e motocicletas, aumentando o fluxo de carros pela cidade. Portanto, medidas precisam ser tomadas para resolver o impasse. Em colaboração com o Ministério dos Transportes (MT), a polícia civil deve proporcionar o conforto de um carro particular, alocando policiais em ônibus e metrôs e equipando os veículos com assentos confortáveis ​​e ambiente limpo e climatizado. Além disso, como disse o filósofo Emmanuel Kant: “A educação faz o homem”.

Por isso, o Ministério da Educação (MEC) deve realizar palestras nas escolas públicas, ministradas por professores e psicólogos que discutam o consumismo e a persuasão midiática.