A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 03/04/2022
Desde a criação do Fordismo,na 2º Revolução Industrial a compra de carros se tornou algo transformador na vida das pessoas, o propósito da produção em massa de veículos, que possibilita a praticidade do deslocamento nas cidades. Cerca de 40 anos depois, sob o governo de JK, montadoras internacionais criaram filiais, aumentando o impacto dos carros na população. Nesse contexto, o aumento da compra de automóveis tem superlotado os ambientes urbanos, gerando problemas ambientais e prejudicando as populações. No entanto, este não é o único inconveniente.
A forte demanda por carros se deve ao uso e circulação erráticos de transportes públicos como ônibus - o desconforto causado pelas altas tarifas, multidões e tempos de transição não é algo que agrade as pessoas. A bicicleta como meio de transporte alternativo tornou-se perigosa devido à falta de ciclovias adequadas, trazendo riscos à saúde física dos ciclistas. Além disso, muitos dos gases poluentes emitidos estão erodindo a atmosfera. Outra área que precisa ser abordada é a falta de espaço para infraestrutura e o número de veículos particulares, bem como o investimento insuficiente em outros transportes públicos, como metrôs e trens.
Então as pessoas estão comprando mais carros por causa da falta de bons veículos públicos, então o inchaço urbano cria mais tempo de viagem.
Isso aumentou o número de acidentes, ou até mesmo atropelamentos, pois os pedestres têm uma sensação palpável de insegurança e lutam para chegar ao seu destino por causa do aumento das estradas e menos calçadas. Além disso, tão importante quanto, são as preocupações ambientais, pois a queima de combustíveis aumenta as temperaturas, levando a um efeito estufa descontrolado, que pode levar ao derretimento das calotas polares e ao aumento do nível do mar.
Portanto, é necessário tomar medidas para resolver o impasse. Por isso, os governos devem investir em transportes públicos de qualidade, como ônibus, metrôs e trens, que sejam economicamente viáveis para toda a população. As prefeituras devem minimizar o inchaço dos carros urbanos, investindo em campanhas na mídia e incentivando o uso de transporte publico para reduzir as emissões de gases poluentes na atmosfera.