A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 30/09/2022

John Locke, um filósofo inglês, afirma que é dever do Estado assegurar os direitos e o bem estar da população. Entretanto, em virtude da mobilidade urbana ser uma realidade na sociedade contemporânea, é profícuo declarar que o poder público não faz a sua função, de acordo com os ideais de John Locke. Desse modo, é notório proferir que muitos veículos nas ruas e poucas opções de transporte público são as principais problemáticas desse cenário.

Primeiramente, é relevante destacar que grandes quantidades de veículos nas rodovias são provenientes do descaso dos transportes públicos, uma vez que não recebem manutenções e causam desconforto nos usuários. Por isso eles optam pros carros, gerando esse alto número de frotas.

Além disto, é primordial ressaltar às poucas opções de transporte público. Esse contexto envolve cidades médias, cujo não têm uma grande variabilidade de transporte, como metrôs, trens e ônibus. Sendo assim, é perceptível que essas adversidades tornaram as ruas mais complicadas.

Portanto, cabe ao Ministério das Cidades melhorar as condições dos transportes públicos por meio de investimentos em manutenção. Outroassim, é dever do Ministério da Infrastrutura implantar mais meios de locomoção, como mais linhas de metrôs, BRTs, VLTs e entre outros. A partir dessas ações, espera-se promover uma melhora no que tange à questão da crise na mobilidade urbana.