A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 07/08/2024

A “Revolução Industrial” conferiu aos humanos um upgrade na mobilidade urba-na pelo advento da máquina a vapor e, também, carros, contudo as cidades não desenvolveram logísticas congruentes aos deslocamentos. Visto isso, para conter a crise no movimento urbano, o Estado, pode escolher investir em cidades inteligên-tes. Por conseguinte, se o Governo fizer apologia aos transportes públicos coletivos verterá, talvez, características de nações consideradas desenvolvidas para o Brasil.

Sob essa ótica, o Estado desenha as cidades e, por isso, pode-se exigir do mesmo uma malha eficiênte quanto à agilidade no trânsito urbano pela modernização das metrópoles. Nesse viés, a cientifização é uma novidade contemporânea louvável que pode ser útil para solucionar déficits da dinâmica de cidadãos. Vale destacar que o “maglev”, novo meio de transporte por levitação magnética que, segundo o “Olhar Digital” já está sendo testado na China e “União Europeia” como transporte interurbano, pode ser uma opção frente à crescente crise de mobilidade urbana no Brasil, pois soma-se modal de vetor entre cidades ante as superlotações de veí-culos tradicionais. Dito isso, sugere-se ao Estado corrigir o trânsito com ciência.

Consequentemente, os países que recebem títulos de “desenvolvidos” são aque-les que desde a primeira “Revolução Industrial” do século XX, iniciada na Inglaterra, mantém o arquétipo de carrear a sociedade em coletivos como a locomotiva a vapor, que era social. Entretanto, não se pontua que o Brasil não tem potencial para a inovação que caracteriza países como mais avançados em razão da ciência, pois é o “berço” de Santos Dumont, cientista que impulsionou a aeronáltica global criando o avião, contudo, o país estacionou-se no “Roviarísmo” desde J.K. e Getúlio Vargas na “Ditadura Civil Militar”, porquanto tem retorno imediato, isto é, o pres-tigio de criar rodovias é precoce em relação ao tempo de concluir um metrô, por exemplo. Desse modo, há Governos que atrapalham o fluxo por intenção de status.

Logo, depreende-se que falta tecnologia e políticas novas para lidar com a crise de deslocamento urbano. Destarte, o Senado, este que cria as leis, deve confec-cionar um projeto de modernização dos modais urbanos, por meio de votações, a fim de corrigir o trânsito metropolitano e refletir a “Revolução Industrial”.