A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 20/10/2024
O curta Pateta no trânsito, da Disney, retrata às adversidades enfrentadas pelo Sr. Walker no deslocamento urbano, o que induz a cometer, devido aos percalços no tráfego, infrações de trânsito. Nesse sentido, é perceptível uma situação analóga no que tange à crescente crise na mobilidade urbana. Assim, é crucial postular como causas da questão a omissão governamental e a falta de denúncia.
A princípio, é preciso salientar como causa do problema a displicência do Estado na mobilidade urbana. Segundo Aristóteles, filósofo grego, a política deve ser estimulada pelos homens a fim de alcançar o equilíbrio social. Sob esse viés, percebe-se que o poder público não tem investido em melhorias do transporte público, uma vez que a adesão do meio de locomoção individual é crescente e, com isso, a ocorrência de congestionamento. Logo, é imprescindível mudar esse panorama de desequilíbrio na sociedade.
Além disso, outra configuração para a problemática está na ausência de delações. Conforme Immanuel Kant, filósofo prussino, o indivíduo deve agir segundo a máxima que gostaria de ver transformada em uma lei universal. Diante do exposto, é notório que o corpo social não denúncia a falta de infraestrutura das ruas, o que dificulta a locomoção urbana. Desse modo, o tráfego fica insustentável devido à degradação das estradas e, assim, tornando o trajeto suscetível a acidentes.
Portanto, é importante uma intervenção pontual na crescente crise na mobilidade urbana. Dessa forma, urge que o governo crie projetos de melhorias no transporte público e ouvidorias, por meio de verbas públicas, com o intuito de mitigar os problemas que circundam a locomoção urbana. Tal ação fará com que o uso de transporte individual diminua e que as delações sejam feitas com mais eficiência. Feito isso, o cenário brasileiro não será análogo à obra cinematográfica da Disney.