A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia

Enviada em 27/08/2019

Atualmente no Brasil, principalmente no Sudeste, que concentra 70% das indústrias brasileiras, há uma crise hídrica. Embora os índices de chuva estejam mais baixos do que o esperado, ocasionando a seca, o fator que retém maior culpa é o Estado, que permitiu o atraso de obras e quantidades insuficientes nos reservatórios. De modo que afeta a geração de energia hidrelétrica, tendo que recorrer às termelétricas, que trazem custos altos para todos.

Afinal, isso afeta diretamente a rotina das pessoas. Tanto dos comerciantes, quanto dos consumidores. E racionar passa a ser uma opção divulgada, porém é irresponsabilidade fazer-se apenas no momento presente. Então, pela hidrelétrica agredir o ambiente em que é inserida, a construção de mais usinas não é ideal, o correto seria a redução do uso e o cuidado para não poluir rios.

Ademais, outras regiões também penam com essa escassez, a qual origina dificuldades, como a falta do saneamento básico. Através disso ocasionando em doenças como a dengue, causando até morte. Entretanto, a preocupação só se tornou mais grave quando chegou à São Paulo, o coração econômico do país.

Em síntese, o Ministério de Minas e Energia deve utilizar o reaproveitamento da água para limpeza em conjunto da despoluição dos rios, que são decisões provisórias mas eficazes. Depois, investir em reformas nas usinas que não funcionam direito ou estão antigas, e em equipamentos que desperdicem menos. Como também incentivar a redução doméstica, através de voluntários nas ruas e folhetos, com dicas e alertas que acordem os cidadãos para o risco. Portanto, procurando evoluir para uma sociedade mais sustentável e consciente.