A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia

Enviada em 13/04/2020

Na primeira metade do século XIX com a Segunda Revolução Industrial, surge a energia elétrica. A importância da energia é inegável, pois com ela nos transportamos, aquecemos, alimentamos, além de serem a “vida” de nossos aparelhos cotidianos. Porém algumas fontes de energia podem se tornar escassas, como é o caso das recorrentes crises hídricas no Brasil. Necessita-se então, de uma solução para a nossa dependência de água, como a implantação de energias renováveis.

É preciso entender, primeiramente, o motivo de 70% da energia do país provir de hidrelétricas. Detemos a maior quantidade de rios no mundo, isso torna o uso dessa fonte muito mais prática e barata que as demais. Um exemplo de nosso potencial hídrico é a Usina de Itaipu no Paraná, que é considerada uma das maiores do mundo, fornecendo energia para o Brasil e Paraguai. Mas em alguns períodos, com a grande quantidade de consumo e a pequena de chuvas, entramos em um momento de estiagem e racionalização, mostrando assim, como cada vez mais, precisamos desses recursos hídricos para consumo próprio.

Além disso, torna-se evidente que a dependência de recursos hídricos para energia não se torna prejudicial apenas socialmente, mas também economicamente. O aumento do custo com as comuns faltas de água no país é repassado à população através de tarifas, assim se tornando um problema econômico para a sociedade. Destacam-se então fontes alternativas que, mesmo com um alto custo de instalação, são menos danosas à natureza e menos suscetíveis a “imprevistos de escassez” além de mais baratos a longo prazo.

Portanto, torna-se necessário que, para uma crise hídrica não se resultar em uma crise de energia - na qual somos totalmente dependentes - o governo federal, através de programas de sustentabilidade do Ministério do Meio Ambiente, invista em novas fontes de energia, principalmente fontes renováveis como solar e eólica. Assim, além de estar ajudando o meio ambiente, ajudaremos nosso próprio processo evolutivo.