A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia

Enviada em 18/11/2020

Promulgado pela ONU, a declaração universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito ao bem-estar social. Conquanto, pode-se notar que os impactos da crise hídrica na geração de energia, afeta diretamente a economia da população e contribui nos impactos ambientais. Nesse sentido, medidas são necessárias para a resolução da problemática.

Mormente, desde a ditadura militar, com a construção da usina hidroelétrica de Itaipu, apesar que o Brasil na época demonstrar uma independência entre água e energia, a partir do momento que o país sofre uma crise hídrica, essa relação se torna um desafio. Por conseguinte, o aumento no preço da energia e o risco do racionamento energético tem uma ligação direta a escassez de água nas grandes regiões, criando assim, grandes complicações para a população.

Outrossim, vale salientar a falta de medidas governamentais como principal impulsionador da problemática. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população. Diante disso, a falta de medidas governamentais faz com que a limitação de investimento e substituição do modelo energético brasileiro, se torne um fator prejudicial ao âmbito da esfera ambiental, pois as quantidades excessivas de gás carbônico na atmosfera liberado pelas usinas, contribui diretamente para o agravamento do aquecimento global.

Em suma, com o intuito de mitigar os impactos da crise hídrica, necessita-se urgentemente que o Tribunal de Contas da União direcione capital por intermédio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, que será revertido em investimentos em fontes renováveis como por exemplo, a energia solar, instalando placas em locais que seriam inutilizáveis para outra função. Ademais, o governo deve incentivar por intermédio de bonificações e reduções tributárias as empresas a utilizarem fontes alternativas de energia, causando um diferencial no mercado de trabalho.