A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia
Enviada em 03/11/2020
O filósofo Tales de Mileto demonstrou sua grande admiração pela água ao afirmar que essa seria a origem de tudo. No Brasil, entretanto, nota-se uma despreocupação com tal recurso, uma vez que a má infraestrutura, associada à poluição de rios e lagos tem gerado uma diminuição drástica de água no país. Desse modo, percebe-se que esse problema deve-se à negligência do Estado e ao desperdício hídrico.
Inicialmente, a falta de mobilização Estatal representa um motivador fundamental para a problemática. Segundo Isaac Newton, a tendência de um corpo é permanecer constante quando não há nenhuma ação sobre ele. Nesse sentido, é inadmissível que, com os altos impostos pagos pelo povo, os deputados não estejam planejando ações para resolver o problema da crise hídrica, o que interrompe o abastecimento dos bairros, sobre tudo periféricos, e afeta negativamente a geração de energia.
Além disso, o uso hídrico exacerbado está diretamente relacionado com a queda do nível desse fluido. De acordo com o Portal de Notícias G1, a cada 100 litros de água 40 se perdem por conta de vazamentos nas redes, fraudes e ‘‘gatos’’. Com isso, é possível deduzir que a utilização inconsciente desse recurso intensifica a falta de água no país.
Portanto, é necessário atenuar o entrave. Para isso, a Mídia (difusora de ideias e formadora de opinião) deve disseminar campanhas a favor do uso cauteloso da água em canais de televisão, principalmente os com mais audiência, por meio da concessão dos apresentadores, com a finalidade de diminuir a crise hídrica no país.