A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia

Enviada em 26/12/2020

Promulgada pela ONU a Declaração Universal dos Direitos Humanos, garante a todos os indivíduos o direito ao bem-estar social. Conquanto, pode-se notar que os impactos da crise hídrica na geração de energia, contribuem diretamente nos abalos ambientais e na economia da população, fazendo com que essa parcela da população fique impossibilitada de desfrutar desse direto na prática. Nesse sentido, medidas são necessárias para a resolução da problemática.

Mormente, com a construção da usina hidroelétrica de Itaipu da ditadura militar, o Brasil demostra uma grande independência entre a água e energia, a partir do momento em que o país sofre uma crise hídrica, essa relação se torna um desfio. Por conseguinte, a escassez de água nas grandes regiões, tem ligação direta ao aumento do preço da energia e risco de racionamento de energético, assim criando, grandes complicações para a população.

Outrossim, vale salientar a falta de medidas governamentais como principal impulsionadora da problemática. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população. Diante disso, a falta de medidas governamentais faz com que a limitação de investimentos e substituição do modelo energético brasileiro, se torne um fator prejudicial ao âmbito da esfera ambiental, pois as quantidades excessivas de gás carbônico atmosfera liberado pelas usinas, contribuem diretamente para o agravamento do aquecimento global.

Em suma, necessita-se urgentemente que o Tribunal de Contas da União direcione capital por intermédio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, que será revertido com investimentos em fontes renováveis como por exemplo, a energia solar, instalando placas em locais que seriam inutilizáveis para outra função. Ademais, o governo deve incentivar por intermédio de bonificações e reduções tributárias as empresas a utilizarem fontes alternativas de energia, causando um diferencial no mercado de trabalho.