A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia

Enviada em 13/05/2021

A Constituição Federal de 1988 afirma: a água é um bem ambiental. Entretanto, é visto que no Brasil, a crise hídrica ocorre principalmente por ações antrópicas, a exemplo de seu uso excessivo, além de ações naturais, o que impacta diretamente na geração de energia elétrica. Dessa maneira, em razão da negligência estatal e da ineficácia das discussões sobre o tema no ambiente escolar, emerge um problema complexo.

A priori, deve-se ressaltar a falta de atuação das autoridades. O Brasil, por ser um país emergente, é um grande exportador de commodites, o qual utiliza a água em larga escala na produção de bens de consumo, o que gera o uso excessivo e o seu desperdício, de modo a proporcionar a crise hídrica. Sendo assim, as hidrelétricas - que em 2013 eram responsáveis por 70% de toda eletricidade do país, segundo o site globo.com - sofrem impactos diretos e faz com que o custo da energia elétrica se eleve cada vez mais.

Além disso, observa-se a necessidade de pautar o tema de maneira eficaz em redes de ensino. Segundo Francis Bacon, saber é poder. Sob essa ótica, vê-se a necessidade de implementar o assunto do uso eficaz aos alunos, o que será um grande poder de conscientização para combater a crise hídrica, já que ações antrópicas inadequadas irão diminuir. Desse modo, o país não enfrentará problemas com o preço da energia elétrica.

Infere-se, portanto, que a crise hídrica é recorrente no país e impacta diretamente a energia elétrica. Dessa maneira, cabe ao Estado garantir a utilização consciente da água, por meio de campanhas, a exemplo de palestras abertas para a população, a fim de proporcionar o combate a crise hídrica e proporcionar menos impactos na geração de energia elétrica. Somente assim, os ideais iluministas da Carta Magna serão alcançados e o problema será solucionado.