A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia
Enviada em 20/06/2021
Durante o regime militar no Brasil, iniciou-se um processo de investimentos nas diversas áreas, entre elas a de energia, onde houve a construção de várias usinas hidrelétricas. Consequentemente, tem se registrado altos indices de emissão de gases efeito-estufa, desmatamento e o aumento da temperatura do planeta, por consequência, reduziu os níveis de água, nunca vistos antes, no Brasil afetou diretamente a produção e a distribuição de energia eletrica.
Primeiramente, vale ressaltar que a dependencia brasileira dos recursos hídricos. Segundo o portal de notícias G1, menos de 15% da energia circulante no Brasil advém de fontes não hidráulicas. nota-se que, mesmo possuindo uma alta capacidade eólica e solar, os investimentos nacionais se restrigem à fonte liquida, que, nos meses de escassez, diminui a produção e provoca oscilações energéticas.
Porem, o acionamento de usinas termelétricas tornou-se necessário, por conta da alta demanda nas regiões metropolitanas. Nesse caso, a ativação de usinas requer um custo maior, pois a geração energética por combustíveis fósseis é mais cara e poluente que as hidrelétricas.
Portanto, e necessário medidas para resolver os impasses gerados pela crise hídrica. Atraves dos projetos desenvolvidos pelo Mínistério de Minas e Energias, Ministério do meio Ambiente e pela Agência Nacional de Energia Elétrica em parceria com outras empresas, deverá investir na utilização de outros tipos de fontes renovaveis, como a eólica e, principalmente a solar, com o objetivo de garantir uma distribuição elétrica de qualidade para a população. E o Ministério da Tecnologia e Ciência atrair empresas automobilísticas, atraves da redução de impostos como o ICMS, influenciando a produção de veículos elétricos e híbridos no país, causando a diminuição de gases e contribui com o demasiadamente com o meio ambiente.