A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia

Enviada em 19/06/2021

Embora constituição federativa de 1988 assegure o acesso a saúde e segurança como direito básico de todos os cidadãos, percebe-se que, na atual realidade brasileira, não há o cumprimento dessa garantia principalmente no que diz a respeito à crise hídrica para geração de energia. Nesse aspecto, evidenciando o silenciamento Estatal e a falta de investimento financeiro.

Dessa forma, em primeira análise, a falta de informação referente à escassez de água para obtenção de energia é um desafio presente no problema. Sob essa ótica, Djamila Ribeiro -filósofa contemporânea- explica que é preciso tirar um situação da invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Porém, há um silêncio governamental na questão da falta de fonte primária da energia hidráulica -obtém seu recurso através da água- visto que pouco se fala sobre o tema nas mídias de massa e nas escolas, gerando desinformação da maioria dos brasileiros. Logo, urge tirar esse cenário da invisibilidade como descreve a pensadora.

Vale ressaltar, ainda, á água mesmo sendo um recurso necessário para vida humana é o menos investido. Para Bauman -sociólogo contemporâneo- os valores da sociedade estão sendo colonizados pela lógica de mercado. Tal constatação é nítida falta de investimento por parte do Estado em novos reservatórios e possíveis usinas hidrelétricas responsáveis pela síntese da energia renovável. Nesse cenário, é essencial ultrapassar esses paradigmas que prejudicam diversos indivíduos.

Torna-se evidente, portanto, que a crise hídrica para energia é um entrave que precisa ser solucionado. Sendo assim, cabe ao governo federal -órgão público responsável pela manutenção das mazelas sociais- deve iniciar projetos para a criação de instrumentos que forneçam a eletricidade através da água, por meio de verbas governamentais, com a finalidade de extinguir essa problemática da sociedade hodierna. Assim, essas medidas não são capazes de transformar o Brasil em sua totalidade, mas cura algumas feridas e corroboram para ordem e progresso.