A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia
Enviada em 15/07/2021
A água é o elemento principal para que haja vida, e em especial para contemporaniedade, ela é o principio dos negócios. Entretanto, o Brasil vêm sofrendo desde de 2014 uma crise desse recurso, que ocasionou no aumento da conta de energia de milhões de brasileiros, além disso, houve um encarecimento dos alimentos.
Em primeiro plano, é importante ressaltar que apesar do Brasil ter a maior reserva hídrica mundial, apresenta uma má distribuição no território. Em 2014, no estado de São de Paulo, ocorreu uma grande estiagem no sistema cantareira, onde distribuia água para 12,5 milhões de pessoas, em contra partida, Manaus, no estado do Amazonas disperdiça 252 milhões de água por dia, segundo o G1. Com isso, é possível notar que a crise hídrica é tanto influência do clima quanto do ser humano que não usa esse recurso de forma racional.
Nesse contexto, é possível citar os problemas causados pela crise, que dificultam a vida da população. Segundo o IBGE, cerca de 70 porcento da produção de energia do país é gerada das usinas hidrelétricas,assim durante períodos de estiagem, onde ocorre o esvaziamento dos reservatórios de água, as termelétricas são acionadas para suprir a demanda de eletricidade no país, porém elas possuem um custo mais elevado do que as hidrelétricas, encarecendo as contas de luz e também causam maior impacto ambiental por liberarem CO2 e outros gases poluentes para a atmosfera, ademais, a alta demanda de água faz com que os alimentos se tornem mais caros, pois grande parte desse recurso é voltada para o agronegócio. Dessa forma, o aumento dessas tarifas é refletido no cotidiano.
Portanto,é visivel a dependência que o Brasil possui em relação as hidrelétricas. E para que haja uma diminuição o governo deve investir em fontes de energia renováveis, levando em conta o clima da região a fim de ter um melhor aproveitamento. Além disso, as empresas agrícolas devem usar a água de forma mais racional atráves de técnicas mais avançadas para a captação da mesma, como a dessalinização. Não só isso, mas também os órgãos públicos devem por em prática campanhas com o objetivo de incentivar o uso mais sensato da água, como, por exemplo, tomar banhos menos demorados.