A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia

Enviada em 15/08/2021

A Lei da Inércia, de Newton, relata que a tendência de um corpo é permanecer parado quando nenhuma força é exercida sobre ele. Fora da Física, é possível perceber a mesma condição no que concerne à questão da crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia. Nesse contexto, observa-se a ascensão de um grave óbice, em virtude da ineficiência legislativa e o silenciamento social

Sob esse viés, a omissão governamental caracteriza-se como um complexo dificultador. A Constituição Federal de 1988 é a lei básica brasileira que busca a integridade dos seres vivos e do ambiente em que estão inseridos. No entanto, essa legislão não tem sido suficiente no que se refere à situação da crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia, uma vez que continua atuando fortemente no contexto atual. Assim, a lei sendo enfraquecida a sua resolução torna-se mais difícil de ser alcançada.

Ademais, outro empecilho encontrado é o silenciamento do corpo civil. O filósofo Michael Foucault defende que, na sociedade pós-moderna, alguns temas são silenciados para que as estruturas de poder sejam mantidas. Nesse sentido, é perceptível uma lacuna, no que concerne ao transtorno da crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia, que tem sido silenciado, logo, sem diálogo sério e massivo da perspectiva hodierno, sua solução torna-se mais distante.

É evidente, portanto, que medidas estrátegicas devem ser tomadas para mudar esse cénario. Sendo assim, é imprecíndivel que o Estado - principal promotor da harmonia social - promova “workshops”, em parcerias com as escolas públicas e privadas, por meio de recursos oriundos da União, os quais abordarão as conquências negativas dessas ações e formas de como combatê-las, com a finalidade de propor diferentes soluções em conjunto com os alunos e, assim, alcançar o bem-estar social. Em suma, a proposição da carta magna será concretizada.