A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia

Enviada em 07/09/2021

No contexto social vigente, a maior parte da energia brasileira provém de hidrelétricas. Porém, as hidrelétricas ,além de trazerem um desmatamento em uma grande área, dependem de fatores naturais que se não forem presentes trazem mazelas na transformação e distribuição de energia ,o que gera um aumento na conta de luz. Portanto a crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia decorrem de um baixo índice de pluviosidade, e da falta de preparação das distribuidoras energéticas.

Em primeira análise, a pluviosidade, é o quão a chuva incide nas regiões, e caso essa incidência seja baixa gera consequências. Sob esse prisma, no ano de 2020 houveram diversas queimadas e desmatamentos nas florestas do mundo inteiro, e essas fazem com que, a evapotranspiração - que é a ida da umidade para a atmosfera - diminua. Continuamente, o baixo índice de pluviosidade faz com que diminua a quantidade de água nas hidrelétricas, aumentando portanto o custo da energia. Desse modo, é visto que a influência do homem na incidência das precipitações é alta e alarmante, e deve ser algo a se preocupar urgentemente.

Nesse sentido, mesmo com crise hídrica, nenhuma empresa de energia se preparou, ou demonstrou que iria se preparar. Assim, de acordo com o criador da empresa Apple, Steve Jobs “A tecnologia é capaz de mover o mundo”, porém, hodiernamente, no âmbito energético, essa tecnologia não é bem aproveitada. Por isso, mesmo com o custo enérgico caro, não é visto nenhum investimento das empresas de energia em fontes renováveis ,como a solar e a eólica, para diminuir a crise vivida pelos brasileiros.

Visto isso, é imprescindível que a ANEEL, agência nacional de energia elética, invista em energias renováveis, e em métodos de reutilização de eletricidade, através de estudos baseados em países que usam desses meios de geração elétrica, para que, em momentos onde o Brasil tenha um baixo índice pluviométrico, essas fontes enérgicas consigam manter o custo de energia inalterado, ou com pouca alteração, fazendo com que, a crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia diminuam consideralvelmente.