A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia

Enviada em 07/09/2021

A Declaração Universal dos Direitos Humanos- Lei  Internacional Promulgada pela ONU- garante a todos o direito a recursos hídricos, equilíbrio ambiental e bem-estar. Não Obstante, os frequentes casos de indivíduos brasileiros que sofrem com a ausência da acessibilidade de qualidade e quantidade de recursos hídricos demonstram que a proposta da ONU não está sendo exercida na prática. Nesse Contexto, os altos índices do valor de energia e a não acessibilidade aos recursos hídricos são fatos que hão de ser analisados a fim de que se possa combater essa crise hídrica que avassala e consequentemente causa impactos na produção de energia.

Sob esse viés, pode-se destacar como um empencilho a consolidação de uma solução, o alto índice do valor de energia que é exigido aos cidadãos brasileiros onde a crise hídrica brasileira é fator responsável pelo aumento do valor, além da ausência de chuvas. Segundo dados, da Agência Nacional de energia elétrica, o acionamento para a garantia de energia elétrica aos brasileiros há de custar substancial parcela aos consumidores. No entanto, observa-se que parcela da população não dispõem de recursos financeiros para altos índices de custo. Logo, é substancial alteração dessa realidade no cenário brasileiro.

Outrossim, apesar do Brasil ser abundante nos recursos hídricos, o acesso a água de qualidade e porção é de uma minoria. A não acessibilidade aos recursos hídricos de qualidade e quantidade é uma realidade presente no cenário global, sobretudo, aos indivíduos brasileiros. Na obra ‘‘Vidas Secas’’ de Graciliano Ramos, autor e romancista brasileiro, disserta e retrata o drama de personagens que sofrem com a ausência de água, esses, que além de ser humildes financeiramente não dispõem de recursos hídricos para o bem-estar e saúde. Desse modo, não somente como uma narrativa literárária, fora da ficção, parcela da sociedade verde-amarela sofre com esse problema. Com efeito, é essêncial a busca por caminhos que modifiquem esse cenário brasileiro e proporcione os direitos hídricos à população.

Diante Disso, faz-se necessário uma intervenção pontual no problema. Urge, portanto, que a Agência de águas e saneamento básico proporcione o uso dos recursos hídricos de forma sustentável para toda a população, e o Governo aplique os impostos de forma direta em políticas públicas, projetos e campanhas “água mais, vida feliz” de forma que seja proporcionado água com mais qualidade e quantidade. Cabe, também, a ANEEL - Agência Nacional de energia elétrica- um debate com o governo sobre maneiras de tornar o custo da energia em um valor acessível aos recursos financeiros dos brasileiros, a fim de que se possa garantir um progresso na busca por recursos hídricos sustentáveis. Assim, os direitos universais serão vistos na prática e proporcionado de forma eficiênte a todos.