A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia

Enviada em 03/11/2021

Segundo a historiografia, a eletricidade tem início na Grécia Antiga com o filósofo Thales de Mileto, e com a chegada eletricidade, surgiram também fontes de energia, como, as usinas hidrelétricas, que tem a finalidade de aprimorar e satisfazer as necessidades da sociedade. Porém, assim como benefícios, impactos são causados na geração de energia, afetando a economia e o meio ambiente.

A priori, é lícito postular, que as hidrelétricas são as principais fontes de energia do Brasil, e essa centralização é a maior problemática, pois quando ocorre uma crise hídrica (a falta de água para abastecimento das cidades) as implicações na economia são exorbitantes, já que leva-se a um aumento significativo das contas de luz e a um frequente  risco de racionamento energético.

Ainda no âmbito das implicações, o uso exarcebado de recursos naturais finitos causou a degradação do meio ambiente, além do agravamento do aquecimento global, pois com a baixa produção das hidrelétricas as usinas termelétricas são ativadas, liberando quantidades excessivas de gás carbônico. Dessarte, fica claro a necessidade de modificações no modelo energético, e como diz o jornalista irlandês, Bernard Shaw, “O progresso é impossível sem mudança”.

Urgem, pois, intervenções para sanar essa problemática. É necessário que o Ministério da Economia e o Ministério do Meio Ambiente, direcione os investimentos e diversifique as fontes renováveis de energia, como, a solar e a eólica, incentivando também as empresas e empreendedores a utilizarem fontes alternativas, despossando a centralização da energia e evitando os impactos na economia e na natureza.