A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia

Enviada em 07/11/2021

De acordo com o escritor modernista Carlos Drimmond de Andrade, “no meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho…”. Esse pensamento permite considerar que as pedras repetidas no célebre poema sugerem os obstáculos que surgem no caminho da existência humana. De forma análoga, nota-se que a crise hidríca brasileira e seus impactos na geração de energias para a população é um problema que precisa ser combatido de forma efetiva. Nesse sentido, convém analisar as principais causas desse impasse, a negligência estatal e a falta de chuvas.

Em primeira análise, pode-se destacar que a ausência governamental é o principal fator que desencadeia a crise no país. Sob esse viés, o filósofo grego Aristóteles afirmou que o objetivo da política é promover vida digna aõs cidadões. Entretanto, não é uma realidade vista no país, pois o estado não faz ações contra o desequilíbrio hidríco, então, dessa forma, a população verde-amarela tem que arcar com as consêquencias, como pagar um valor elevado na prestação de contas. É, por conseguinte, preocupante a irresponsabilidade estatal no empecilho acima.

Ademais, no que se refere a falta de chuvas, nota-se que outro motivo que contribui para ascendência da crise hidríca e assim afetando a energia em território nacional. Desse modo, vale destacar que, segundo Heron do Carmo, professor de economia da USP, a carência de chuvas nos meses de janeiro á feveiro de 2015, deixou a energia mais cara, e ainda foi o motivo de encarcer a energia elétrica nas residencias em 8%.  Nesse quadro, as poucas chuvas não estão enchendo as reservas e assim diminuindo a produção de energia elétrica, tornando mais cara. Isso posto, é lamentável que o país tenha chegado a essa situação crítica.

Infere-se, portanto, que para mitigar a problemática é necessário que, o Governo Federal, por meio de investimentos e recursos provinientes da iniciativa privada, crie diversas fontes de energia renováveis alternativas as hidreletricas, como eolicas e solares em todo Brasil. De forma, em que o país não se torne depedente das chuvas para gerar energia a população, a fim de que o país

acabe com a crise hidríca e que a energia tenha um valor justo. Feito isso, o Brasil estará de acordo com o filósofo grego.