A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia

Enviada em 14/11/2021

Segundo Paulo Freire, “A Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo”. Dessa forma, hodiernamente, apesar da crise hídrica não apresentar uma grande visibilidade dentre à sociedade, os impactos constantes estão contidos tanto no corpo social, quanto nas escolas. Logo, torna-se imprescindível a reflexão dos alunos frente à péssima realidade econômica, bem como uma assistência governamental para a diminuição das consequências na geração de energia.

Sob essa análise, é notório que a educação ambiental é um componente essencial da educação nacional. Nesse sentido, é lícito salientar que o desperdício de água pela população, pelo uso supérfluo desses recursos contribui para o esgotamento dos reservatórios. Além disso, a utilização da água de forma expansiva nas indústrias, nas escolas e na agricultura acelera esse processo. Sob essa ótica, pode-se afirmar que a ineficiência da educação para um consumo racional de água pode agravar o gasto exagerado do líquido, já que a crise hídrica é resultante da má gerenciamento de recursos hídricos.

Ademais, a ausência de medidas de redução, no que concerne a questão da crise hídrica, verifica-se uma lacuna na manutenção de fones alternativas, o que configura um grave problema. Nesse viés, torna-se evidente que desde as primeiras civilizações, como a feudal, o monopólio do saber e conter eram dos senhores de engenhos, os quais faziam parte da classe alta, enquanto os camponeses detinham da classe baixa. Diante disso, a falta de infraestrutura para a minoria é um fator preocupante, já que ocorre uma estratificação contínua e alarmante entre os indivíduos as questões econômicas. Desse modo, o processo agrava o desenvolvimento e contribui para negligência estatal, pois apesar de a educação ser um investimento social e direito de todos, alguns não conseguem usufruir.

Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse. Isto posto, cabe à escola, forte ferramenta de formação de opinião, realizar rodas de conversa com os alunos sobre a problemática do uso corroborado da água, além de implantar projetos sobre tal questão. Essa ação pode se concretizar por meio da atuação dos estudantes e profissionais conscientizadores, estes irão desconstruir a visão desperdiçadora  dos estudantes, enquanto que aqueles irão mostrar informações relevantes sobre a redução do recurso hídrico. Assim, com essa medida, que a crise hídrica seja paulatinamente erradicado.

O Ministério da Educação e Cultura (MEC), em conformidade com os três poderes,