A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia
Enviada em 15/11/2021
O Brasil é um país, localizado na zona intertropical, na região Amazônica, com alto indice pluviométrico ao longo do ano. Ou seja, com enormes rios perenes distribuidos em todo território, o que levou a implantação do principal meio energético, as usinas hidrelétricas. Contudo, devido a crises hídricas, periodos de estiagem, a geração de energia foi afetada, pela desigualdade na matriz energética, que leva a grandes desabastecimentos. Entretanto, é indispensável buscar soluções para tal problemática.
Tendo em vista, a desigualdade na matriz energética, é um fator relevante. Simular a dependência do Brasil colônia da metrópole, é essa situação, a produção de energia elétrica está concentrada nas usinas hidrelétricas devido ao baixo custo, comparado a outras matrizes, e a quase nula emissão de gases poluentes. Com a crise hídrica, a síntese energética é insuficiente para o consumo de toda população, e desse modo, inclui-se na tarifa mensal, taxas extras oriundas de outros meios de geração alternativas, as quais aumentam o valor a ser pago.
Em conseguinte, a irregularidade hídrica pode designar em desabastecimento energético. De acordo com a Anatel, quase 70% da eletricidade, no Brasil, é proveniente da água, ou seja, proporcionalmente se o fluxo de água é baixo, a produção também, sendo responsável por vários apagões. Assim sendo, várias regiões são ameaçadas por apagões, sem tempo determinado, e serviços essenciais como hospitais ficam a mercê.
Destarte, a eletricidade está diretamente ligada a crise hídrica. Desse modo, o governo em parceria com a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) deve investir em meios alternativos e sustentáveis de energia, como a eólica, que não emite gases poluentes. Por meio de verbas destinadas a construção de polos e a distribuição por todo território, para diminuir a dependência da água e garantir o abastecimento regular para toda população.