A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia
Enviada em 15/11/2021
Não é de hoje que o Brasil enfrenta uma crise hídrica, e por consequência afeta a geração de energia do país. Afinal, grande parte da energia produzida no território brasileiro é a partir de hidrelétricas. Em decorrência aos efeitos climáticos, as hidrelétricas não estão conseguindo suprir a demanda de energia da população, resultado de uma falta de planejamento do governo, sendo assim, tendo uma alta nas tarifas de energia elétrica e apagões pelo país. Portanto, é dever do governo revisar e propor meios de contornar a situação atual, a fim de trazer uma melhor garantia da energia elétrica para os cidadãos.
É importante ressaltar, que o Brasil, infelizmente, ainda depende das condições climáticas para a sua produção de energia. Para um país, como o Brasil, depender em grande parte de usinas hidrelétricas é bastante deplorável, pois devido a sua localização geográfica o país poderia levantar fundos para outros tipos de energias renováveis, como no caso da energia solar e eólica, dessa forma evitando transtornos para os brasileiros. Logo, o governo poderia organizar projetos para que futuramente o país não necessite apenas de usinas hidrelétricas e termoelétricas, investindo em outras possibilidades de geração de energia para não sobrecarregar as outras e não ocasionar crises energéticas.
Não só seria importante os investimentos em novas tecnologias, como também tem que ser feito um melhor planejamento para que não exista controvérsias nos períodos de maior estiagem. Por exemplo, para que isso seja evitado o governo poderia solicitar pesquisas para saber qual será a estimativa do nível pluviométrico de cada ano e assim se preparar melhor para essas fases. Dessa maneira, o governo teria um tempo para arrecadar uma quantia que seria utilizada na manutenção dessas usinas e no transporte da energia.
Diante dos argumentos apresentados, o Brasil precisa encontrar maneiras para contornar os problemas da crise hídrica. Para isso, o governo precisar preparar uma medida provisória para mudar a matiz energética, através da utilização de outras usinas já disponibilizadas pelo país, como exemplo as termoelétricas e as nucleares, com o intuito de não sobrecarregar o sistema hidráulico. Além de, com o passar dos anos investir em outros tipos de produção de energia renovável e sustentável. Por fim, essa seria uma maneira de minimizar os impactos da crise hídrica no Brasil.