A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia

Enviada em 16/11/2021

Após a Terceira Revolução Industrial, o aumento populacional se tornou evidente, assim gerando problemas no consumo dos recursos naturais. Uma dessas matérias primas fundamentais é a água, que hoje é uma das principais maneiras de produção de energia pouco agressiva ao meio ambiente e, também, principal fonte energética do Brasil. Portanto, torna-se necessária a discussão da crise hídrica no Brasil diante de dois vieses: A crise hídrica no Brasil, como ela afeta a produção de energia e maneiras para contornar a dependência de hidrelétricas em solo brasileiro.

Diante desse cenário, é cabível uma reflexão sobre como a crise hídrica afeta à produção energética brasileria. O Brasil é o quinto maior país em território, esse fator corrobora para dificuldades hídricas no país, já que há uma grande variabilidade climática e vegetal em todo solo nacional, assim havendo regiões que enfrentam prolongadas secas como o cerrado e o nordeste brasileiro. Um agente preocupante sobre a falta de água é a produção energética, de acordo com a ANEEL, 70% de toda a energia elétrica gerada em solo brasileiro advém de hidrelétricas, isso demonstra tamanha importância para as vidas dos cidadãos. Essa dependência, em casos mais graves, pode levar a uma quebra na economia nacional, visto que hoje a enegia elétrica é indispensável para produção agrícola, transporte, industria, venda e, até mesmo, para o consumidor final.

Ora, com toda essa perspectiva, a notoridade que a produção energética tem para com a vida social e o Estado é evidente. Como dito pelo físico Albert Einstein, “Tudo é energia e isso é tudo que há”. De maneira análoga, essa frase ajuda ainda mais à enfatizar a importância da energia para vida, sendo hoje mais relevante do que já foi em qualquer tempo, visto que ela move o mundo moderno. Nos dias atuais, além da preocupação energética, tembém é nescessária que as fontes sejam renováveis e limpas, assim, respectivamente, não se esgotem para que se possa maxímizar a produção e diminuir o avanço do aquecimento global. As novas fontes, contam com energias tecnologicamentes avançadas como a eólica, na qual já é muito usada, a solar que é bastante versátil e, até mesmo, a nuclear que com apenas duas usinas geram cerca de 3% de toda energia brasileira, além de ser limpa e ocupar pouco espaço.

Diante do exposto, torna-se necessária a tomada de medidas atenuantes ao problema abordado. Portanto, concerne ao Ministério de Minas e Energia juntamente com o Governo Federal, o investimento em nova matrizes de produção energética. Por meio da construção e implementação de novos modelos de produção de energia, tais projetos visariam a criação de parques de energia solar, aumento da área de produção eólica no nordeste brasileiro, contrução de novas usina nucleares e a pesquisa de novas fontes, como a energia geotérmica. Objetivando a quebra da dependência de hidrelétricas no Brasil.