A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia
Enviada em 17/11/2021
A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante país, prevê em seu artigo 6°, o direito ao meio ambiente e sustentabilidade como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz se imperiosa análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise deve se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a crise hídrica no Brasil. Nesse sentido, a falta de água falta com as necessidades essências como, ingestão dela. Essa conjuntura, segundo o filósofo contratualista Jonh Locke, configura-se como uma violação do “Contrato Social”, já que o estado não cumpre sua função de garantir os direitos indispensáveis do cidadão, como meio ambiente e sustentabilidade, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar a falta de energia que tem uma das bases principais no Brasil pelas usinas hidroelétricas como impulsionador a crescente crise hidríca no país. Segundo dados da globo o Brasil tem muito desperdício de energia e água com consumo inárquico de alguns públicos específicos. Diante de tal exposto esse consumo acaba prejudicando todos no fim com reajustes nos valores aumentados . Logo,é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o ministério do meio ambiente, por intermédio de implementação de novos meios de energia e reestabilização das águas nas represas, a fim de transformar a vida de todos e voltar a ecologia do país. Assim, se consolidará uma sociedade mais coesa e ambientalista, onde o estado desempenha corretamente seu “Contrato Social”, tal como afirma Jonh Locke.