A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia

Enviada em 16/11/2021

Apagões. Falta d’água. Altos impostos. Não se pode negar os inúmeros problemas socioeconômicos gerados pela escassez de água na sociedade brasileira. Nesse contexto, vê-se que uma capacidade energética do país tem sofrido fortes impactos em seu desenvolvimento. Diante disso, é de extrema importância a adoção de planos efetivos para combater tal impasse.

Primeiramente, cabe pontuar a dependência brasileira dos recursos hídricos. Segundo o portal de notícias g1, menos de 10% da energia circulante no brasil advém de fontes não hidráulicas. Sob esse viés, nota-se que, mesmo possuindo uma alta capacidade eólica e solar, os investimentos nacionais se restringem à fonte líquida, que, nos meses de escassez, incorporando a produção e provoca oscilações energéticas. Essa realidade vai no sentido oposto aos preceitos do ministério de minas e energias, o que busca garantir o bem-estar social e o desenvolvimento do país.

Ademais, é válido ressaltar, ainda, como consequências dessa questão. Desde 2012 altas tarifas na conta de luz têm sido cobradas da população brasileira devido o uso de termelétricas nos períodos de crise, que são caracterizadas por altos custos e por um efeito poluidor, o qual fomenta o aquecimento global. Diante disso, há necessidade de o estado intervir nessa situação, pois, como promulgado pelo político brasileiro rui barbosa, a união possui o dever de solucionar com inteligência os empecilhos sociais.

Portanto, para assegurar a produção de energia elétrica do país, o ministério de minas e energias, em parceria com empresas internacionais, deve, por meio de verbas governamentais e privadas, investir na construção de parques eólicos e solares de alta geração, com objetivo de garantir uma distribuição elétrica de qualidade para toda população. Somente assim, será possível desintegrar partes das consequências da falta d’água.