A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia
Enviada em 17/11/2021
Assim como no filme “Mad Max”, o futuro do Brasil pode ser comparado ao cenário, onde a água é escassa e valiosa. Isso porque, a nação se limita a fonte de energia hídrica. Além disso, a crise hídrica atinge a população economicamente. Logo, medidas são necessárias para enfrentar o problema.
Fazendo um estudo das atitudes humanas, cabe pontuar a dependência brasileira dos recursos hídricos. Segundo o portal de notícias g1, menos de 10% da energia circulante no brasil advém de fontes não hidráulicas. Sob esse viés, nota-se que, mesmo possuindo uma alta capacidade eólica e solar, os investimentos nacionais se restringem à fonte líquida, que, nos meses de escassez, diminuiu a produção e provoca oscilações energéticas. Essa realidade vai no sentido oposto aos preceitos do ministério de minas e energias, o qual busca assegurar o bem-estar social e o desenvolvimento do país.
Ademais, é válido ressaltar, ainda, como consequências dessa questão. Desde 2012 altas tarifas na conta de luz têm sido cobradas da população brasileira devido ao uso de termelétricas nos períodos de crise, que são caracterizadas por altos custos e por um efeito poluidor, o qual fomenta o aquecimento global. Por isso, percebe-se que essa situação pode chegar a um ponto crítico caso não seja trabalhado desde cedo.
Portanto, para assegurar a produção de energia elétrica do país, o ministério de minas e energias, em parceria com empresas internacionais, deve, por meio de verbas governamentais e de setores privados, investir na construção de parques eólicos e solares de alta geração, com objetivo de garantir uma distribuição elétrica de qualidade a toda população. Somente assim, será possível desintegrar partes das consequências da falta d’água.