A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia

Enviada em 17/11/2021

No limiar do século XXI, a crise energética causa inúmeros entraves para a população brasileira, haja vista como as pessoas precisam de energia elétrica em uma grande parte do cotidiano. Em decorrência disso, uma pouca diversificação das matrizes energéticas e a falta de subsídio ocasionam consequências deletérias à sociedade. Logo, com o escopo de mitigar tais infortúnios, mais medidas midiáticas e governamentais são fulcrais.

Diante desse cenário, de acordo com o ministério de Minas e Energia do Brasil, o país tem quase 65% de toda a energia por hidrelétricas, fazendo, assim, ter uma preocupação com esse tipo de matriz energética. Nesse contexto, a pouca quantidade de chuvas nos últimos anos geraram hipóteses nefastas para a sociedade, como o aumento da conta de energia. Acerca dessa lógica, o desmatamento feito na floresta amazônica prejudica o efeito das chuvas em vários lugares no Brasil, haja vista ela é percussora dos rios voadores- são fluxos concentrados de vapor de água na atmosfera- que levam a umidade para várias hidrelétricas, como a de Itaipu. Dessa maneira, a mídia deve agir no enfretamento desse viés, a qual irá divulgar os efeitos do desmantelamento.

Ademais, o pouco subsídio estatal que são oferecidos para os locais com uma boa qualificação energética, como a eólica e a solar, geram malefícios para uma sociedade. Nessa perspectiva, contraria o conceito de “Contrato Social” pelo filósofo iluminista John Locke, o qual relata que o indivíduo, ao deixar o “Estado da Natureza” - momento no qual o ser humano é livre para fazer o que quiser-, com o objetivo de minimizar as mazelas sociais e aumentar a igualdade entre os cidadãos, o país não investe em lugares estratégicos para uma crise energética. Em face disso, a região nordeste tem uma boa qualificação para a energia eólica e solar, como quais são renováveis ​​facilmente nesse local por sua localização geográfica próxima a linha do equador. Desse modo, o Governo deve agir contra essa mácula social, o qual pode investir nesse tipo de energia.

Destarte, a fim de atenuar tais efeitos, mais necessárias são necessárias para resolver esse impasse. Por isso, a mídia, como instituição formadora de opinião, deve realizar séries e documentários mostrando como o feito do desmatamento afeta a energia brasileira, por intermédio de atores famosos e de programações em horários nobres da televisão, os quais pretendem apresentar que as hidrelétricas são muito importantes para uma sociedade hodierna, com o fito de minorar o desmatamento e de melhorar a distribuição de energia. Outrossim, o Governo deve ajudar e inocentar como pessoas que residem em locais estratégicos a usarem energia renovável, por meio de subsídios, um fim de melhorar a destruição de energia.