A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia
Enviada em 19/11/2021
A série de filmes “Mad Max” apresenta um cenário pós-apocalíptco, no qual a água é um recurso de grande valor. É evidenciável que muitos locais do território nacional apresentam adversidades quanto ao abastecimento hídrico, o que limita o alcance da população. Nesse contexto, há aspectos que colaboram para tal problemática: a falta de chuvas e o grande consumo irresponsável de água.
Em primeira análise, em certas épocas do ano, os níveis pluviais abaixam de modo que afeta os reservatórios hídricos, logo, dificultando a distribuição de água em determinadas localidades. Tendo isso em vista, segundo pesquisas, a redução da quantidade de chuvas que muitas regiões brasileiras está associada ao aumento do desmatamento florestal, que reduz consideravelmente a umidade do ar. Desse modo, de maneira análoga à terceira lei de Newton, qual diz que toda ação gera uma reação, a atenuação das chuvas está relacionada à ação da humanidade no meio ambiente.
Outrossim, o elevado consumo de água também contribui para o agravamento da crise hídrica do Brasil, dado a demanda desse recurso apresentado pelo setor primário da economia brasileira. Nesse sentido, Immortan Joe, vilão do quarto filme da saga “Mad Max”, em uma cena diz: “Não fiquem viciados em água, pois sentirão sua falta”. Sob essa óptica, o gasto excessivo dessa matéria torna-se evidente que a sua utilização não ocorre de responsável.
Depreende-se, portanto, que a crise hídrica no Brasil é um assunto relevante e carece de soluções. Para que os desfios interligados a esse problema sejam rompidos é imprescindível que o Ministério do Meio Ambiente, em conjunto do Ministério da Educação, busque informar aos habitantes sobre tal tema, a partir da promoção de palestras, ministrada por especialistas, em centros educacionais, a fim de os conscientizar. Somente assim, a circunstância do Brasil não caminhar para um futuro semelhante ao de “Mad Max”.