A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia
Enviada em 19/11/2021
Atualmente, o Brasil enfrenta uma das piores crises hídricas da sua história. A vazão média dos principais rios utilizados para gerar energia é a pior em 91 anos e pela primeira vez o governo federal emitiu um alerta de “risco hídrico” no país. Nesse contexto é fundamental medidas preventivas, a fim de se evitar um racionamento de energia, como o ocorrido em 2001. Em primeiro lugar, a crise hídrica é preocupante para o Brasil, porque, além do abastecimento da população, as hidrelétricas são responsáveis por mais de 60% da produção energética do país, com consequências diretas para os setores Industriais e do Agronegócio. Assim, há a necessidade de abertura das termelétricas e diminuição da vazão.
É neste contexto que o mercado nacional pode se mostrar mais favorável a empresas que comercializam energias alternativas, principalmente a fotovoltaica e a proveniente da biomassa. Nos últimos anos, este setor já vem demonstrando intenso crescimento. De acordo com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), em maio de deste ano, a geração de energia solar cresceu 15,7% em relação ao mesmo período de 2020.
Portanto cabe ao governo investir economicamente e no aumento de matrizes de energias renováveis e sustentáveis, por meio de auxílios financeiros e projetos que incentivem as empresas de energias sustentáveis alternativas, a fim de que diminua a demanda de energia hidrelétrica e haja uma preservação maior dos rios brasileiros; Quem sabe assim haja o fim da atual crise hídrica do Brasil.