A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia
Enviada em 19/11/2021
Na obra “Utopia” do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social se ausenta de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa no Brasil contemporâneo é o oposto do que o autor prega, uma vez que a crise hídrica e seus impactos na geração de energia apresentam barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto tanto da negligência governamental, quando da educação deficitária cravada no território brasileiro.Dessa forma, faz-se fundamental a discussão desses aspectos.
Em primeiro lugar, denuncia-se a indiligência governamental como uma das principais causadoras do imbróglio. Segundo o teórico político Thomas Hobbes, “O Estado é responsável por garantir o bem-estar da população”. Entretanto, tal afirmação não se faz prática no Brasil hodierno, uma vez que pela falta de ações públicas, a crise hídrica ainda é classificada como problema a ser solucionado pela nação brasileira, acarretando prejuízos não só no corpo social, como também no desenvolvimento da geração de energia, visto que o país possui as usinas hidrelétricas como principal meio de propagação energética. Desse modo, faz-se necessário a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Outrossim, observa-se que a falta de explanar esse assunto no meio educacional, possui estreita relação com a problemática.De acordo com Nelson Mandela ( ex-presidente da Áfica do Sul), “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”. Contudo, enquanto tal “arma” citada por Mandela, não for bem utilizada nas instituições de ensino como fonte de conhecimento sobre a importância da amenização da crise hídrica no país, o cenário de mudança proposto pelo autor será cada vez mais longíquo na nação tupiniquim.
Portanto, são essenciais medidas operantes para a reversão do impasse. Para isso, compete ao Ministério da Educação em parceria com o Ministério do Meio Ambiente( orgãos responsáveis por organizar o sistema educacional ,e propor estratégias econômicas respectivamente) combater a crise hídrica, para que esta não gere impactos na geração de energia do país, por meio de palestras e cartazes, na qual conscientizarão o público jovem sobre como ter um consumo de água consciente, além de levar o conhecimento de como economizar esse recurso hídrico em épocas de estiagem. Tal combate deverá ser aplicado nas escolas, para que desde cedo a sociedade possa ter a consciência desse assunto, e que futuramente esse problema de crise hídrica seja solucionado, não prejudicando o desenvolvimento de geração de energia.