A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia

Enviada em 18/05/2022

No livro “Duna”, de Frank Herbert, o personagem Paul Atreides tem a missão de viajar pelo planeta à procura da especiaria melánge, um minério que é a única fonte de energia capaz de salvar a população. No entanto, a ficção não é diferente da realidade, uma vez que os impactos da crise energética aumenta cada dia mais. Dessa forma, é evidente que a problemática cresce não só devido à falta de investimento do governo, mas também por causa da educação precária no país.

Em primeiro lugar, cabe analisar a ausência de medidas governamentais para combater a crise hídrica. Segundo o filósofo Thomas Hobbes, o estado deve assegurar o direito dos indivíduos, eliminar as condições de desigualdade e, assim, promover a coesão social, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Conforme pesquisas do jornal Exame, houve aumento de cerca de 20% das contas de luz em 2022 devido à crise hídrica. Diante disso, percebe-se que a falta de investimento do governo em outras formas de geração de energia afeta a sociedade.

Além disso, a educação precária também pode ser apontada como promotora do problema. Diversos jovens não têm conhecimento sobre o impacto do disperdício de água e as consequências que esses atos trazem para o planeta, como menor disponibilidade de água nos reservatórios e crises hídricas. Consequentemente, a falta de utilização do poder de conscientizar os alunos das escolas ajuda no crescimento do disperdício de recursos necessários para a sociedade.

Portanto, conclui-se que medidas devem ser tomadas para evitar o crescimento do problema. É necessário que o governo invista em novas maneiras de geração de eletricidade por meio da energia solar, éolica, entre outros, com o intuito de diminuir os impactos quando houver recursos limitados. Ademais, as instituições escolares devem implementar o assunto sobre escassez de água por meio de palestras com o objetivo de conscientizar os indivíduos e diminuir o disperdício.