A crise hídrica brasileira e seus impactos na geração de energia

Enviada em 04/11/2022

A Constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, pre-vê em seu artigo 5º, o direito à vida como imprescendível a todo cidadão brasileiro. Conquanto tal questão não tem se repercutido com ênfase quando falamos da dis- tribuição hídrica desigual no Brasil. Diante dessa perspectiva, faz-se essencial a a-

nálise de tais fatores que favorecem esse quadro.

Em primeira análise, podemos perceber que a negligência do governo para com- bater tal masela é um dos maiores causadores da falta de água em regiões menos favorecidas. Essa conjuntura, segundo John Locke, configura-se como violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cida- dãos desfrutem de direitos indispensáveis , como a água, o que lamentevelmente é evidente no Brasil.

Ademais, é fundamental apontar a baixa qualidade de vida da população que mo- ra em regiões de difícil acesso, Segundo o Instituto Trata Brasil, cerca de 300 mil pessoas são internadas por ano devido a veiculação hídrica. Diante de tal tema podemos perceber, de forma explícita, a falta de fiscalização governamental.

Conclui-se, portanto, a necessidade de combater tais obstáculos. Para isso, é im- prescendível que o governo, por intrmédio de políticas estatais, garanta maior fis- calização, melhoria das estradas, para que possa ter acesso a essas áreas com faci- lidade, com finalidade de melhorar o país como um todo. Assim, se tornando uma

sociedade mais agradável, aonde o Estado desempenha de forma correta seu “con-trato social” tal como afirma John Locke.