A crise política e a sociedade: como contornar divergências políticas nas relações sociais?

Enviada em 26/07/2020

O Brasil para os brasileiros

O filósofo Diderot, considerado pai do iluminismo no século XVIII, considera que liberdade e felicidade na sociedade se alcança por meio de política. Bem como, desde o Impeachment da presidente Dilma surgiu na população brasileira uma onda de protestos que dividiu a sociedade em grupos políticos e isso se estende atualmente. O problema é que as divergências políticas alteraram as relações sociais, houve separação de amigos e membros da mesma família. Por isso, é necessário discutir o assunto para minimizar os efeitos da crise política no Brasil no meio social.

Em primeiro lugar, deve ser destacado que os problemas de divisões sociais está na desconfiança política da população. Desde a crise econômica que o país entrou em 2014, há muitas discussões sobre o que fazer e quem pode fazer para tirar o Brasil da situação. No entanto, os grupos políticos não entram em acordo, e agrava o sentimento de discórdia com os inúmeros casos de corrupção divulgados pela Operação Lava Jato, que condena os corruptos invertendo o sentimento político de impunidade.

O resultado dessas ações no entanto, estão sendo contrários aos objetivos da política. Pois de acordo com Aristóteles o objetivo da política é criar o sentimento de amizade entre os membros da cidade. Mas o que se observa entre os brasileiros em 2020 são protestos sem objetivos comuns, mas sim contra partidos e governos. Além disso, existe muitos relatos de famílias repartidas por conta de opiniões adversárias.

Portanto, fica claro a importância de resolver as divergências das relações. Primeiro, a crise política precisa ser solucionada, por isso o brasileiro conta com a Operação Lava Jato, no entanto, ela precisa ser ser prioridade para o meio jurídico onde os acusados não tenham facilidade para adiar os processos e nem benefícios a mais como é divulgado pela mídia. Também, os cidadãos precisam se unir em prol do Brasil e não de partidos, com objetivos claros nos protestos. Só assim, como diz o pensador Aristóteles, o país se unirá, e o Brasil será para os brasileiros.