A crise política e a sociedade: como contornar divergências políticas nas relações sociais?
Enviada em 30/04/2021
A televisão no Brasil assumiu um papel decisivo no encaminhamento da crise política, cobrindo o país, conseguiu levar multidões para as ruas em protestos contra o governo federal. Além deste meio de comunicação, as redes sociais também são utilizadas para a realização de debates sobre a legitimidade do governo, porém algumas pessoas se exaltam e promovem o discurso de ódio e incitação à tolerância.
O Brasil é um país que advém de uma geração nepotista e de subalternidade que passa por uma séria crise política e econômica. Escândalos de corrupção da Petrobrás junto com uma operação Lava-Jato envolvendo políticos e empresários, a paralisia do congresso nacional, a retração da economia e o aumento do desemprego criar uma grande insatisfação na sociedade.
Em relação á televisão, especificamente uma Rede Globo, nota-se que é apenas um posicionamento perante uma crise política: contra o governo federal. A mídia pode desviar demasiadamente na opinião do cidadão determinado, portanto, é essencial que haja a manifestação de ambos os lados: o contra eoa favor do governo.
A luta de classe não dá trégua e a política de conciliação se facultativo nesse aspecto.O governo precisa sinalizar para a construção do nosso campo e promover como aclamadas reformas ocorridas, como a reforma política, a reforma urbana e a democratização da meios de comunicação. A relação da sociedade com a crise política é uma linha muito tênue, porém deve ser ultrapassada para que possa sanar a crise e para que a sociedade fique mais satisfeita com suas escolhas na hora do voto. Então, a maneira mas sensata de contornar esse problema, está alinhado com o pensamento do sociólogo Emmanuel Conte: educar para respeitar. Por isso escreveu: o homem é o que a educação faz dele. Portanto, isso vale para toda vida, para uma sociedade com ou sem crise.