A democratização do acesso à cultura no Brasil

Enviada em 20/11/2019

De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948 pela ONU (Organização das Nações Unidas), é direito de todos, sem distinção, tomar parte livremente da vida cultural na sociedade. Entretanto, o cenário visto no Brasil, impede que isso aconteça na prática, não só devido aos altos custos para se ter acesso à cultura, como também a má gestão das autoridades para com a cultura brasileira. Nesse contexto, evidencia-se a necessidade que as autoridades competentes tomem medidas para atenuar esta problemática.

Em primeiro lugar, é necessário destacar que os altos custos para ter acesso a cultura no País, é o principal responsável pelo o problema em questão. Isso porque, as classes mais pobres não conseguem custiar uma visita a um museu, ou a uma olimpiada entre outros. Com isso, apenas uma pequena parte da população goza da liberdade cultural na sociedade, contrariando o que foi promulgado em 1948 pela ONU.

Outrossim, está relacionado com a má gestão das autoridades competentes para com a cultura brasileira. Isso acontece, devido a falta de prioridade para os programas criados em prol da cultura, como visto recentemente com a extinção do MinC (Ministério da Cultura) criado em 1985 pelo o Governo Sarney. Sendo assim, a realidade brasileira se apresenta cada vez mais distante do que foi dito na Declaração Universal dos Direitos Humanos.

É evidente, portanto, que medidas sejam tomadas em prol de atenuar este infortúnio. Dessa maneira, os orgãos governamentais devem criar projetos para abranger o maior número possível de pessoas, por meio da criação de salas de cinemas e também bibliotecas nas regiões mais pobres, para que assim mais pessoas possam ter acesso a cultura no País. Sendo assim, teremos um País onde o acesso a cultura é democratizado.