A democratização do acesso à cultura no Brasil
Enviada em 04/11/2019
O filósofo Arthur Schopenhauer ressalta que: “A vida é um pendulo que oxila entre a dor e o tédio”. Isso sintetiza a realidade de muitos brasileiros, que não têm acesso a nenhuma forma de laser, como cinema, gerando uma vida rotineira e entediante. Diante disso, fica claro a necessidade de uma ação efetiva do Estado, visado o acesso democrático ao cinema no Brasil, o qual atualmente é expressivamente elitizado.
A prióri, segundo uma pesquisa publicada no portal de notícias G1, seis e cada dez pessoas entrevistadas, nunca assistiram um filme em uma sala de cinema. Esse fato é consequência principalmente do elevado valor das seções e também da localização desses ambientes em áreas centrais distantes das periferias. Tal exposto corrobora para a urgência de uma solução quanto a problemática, diminuindo os preços dos ingressos e realocando as salas de exibições para mais próximas da população.
Outrossim, o preconceito ainda presente na sociedade brasileira, é outro vetor que faz com que a população mais humilde, não frequente locais cmo o cinema, devido sua elitização. Isso se resume a uma frase do fisico Albert Einstein que disse: “É mais facil desintegrar um átomo do que um preconceito”. Desse modo, fica evidente que é preciso combater qualquer forma de segregação de espaços como esse, objetivando democratiza-lo a todos os brasileiros.
Nesse contexto, fica claro a necessidade de uma solução para esse problema. Para isso, o Ministério da Cultura em conjunto com o setor privado, devem buscar parcerias que diminuam os preços dos ingressos e a construção de novas salas em áreas periféricas. Somado a isso, é preciso que o Ministério Publico deve coiba qualquer forma de segregação dos cinemas brasileiros, estimulando assim a população a frequentar esses ambientes, democratizando-o a toda população.