A democratização do acesso à cultura no Brasil
Enviada em 29/09/2021
Hodiernamente, muito se discute sobre a democratização do acesso à cultura no Brasil. É importante destacar que, em função da políticas públicas, a maior parte da população não tem acesso a entretenimento, o que bloqueia o lado criativo e racional do indivíduo. Dessa forma, fica evidente a necessidade do incentivo do governo para aumentar o número de pensantes racionais, prevenindo assim uma sociedade alienada pelo meio. Com isso, se torna indispensável sobretudo no interior a distribuição de livros gratuitos, com a intenção de minimizar os danos já causados devido à distância da cidade desenvolvida.
O acesso a cultura é de fundamental importância cognitiva em todas as etapas da vida humana. Todavia, ela não é acessível para todos em um país que ocupa de acordo com o relatório da Oxfam o nono lugar em desigualdade, sobretudo na área urbana. Além disso, é importante destacar que no nordeste encontra-se o maior número de cidade sem biblioteca pública, sendo preocupante para as autoridades locais, visto que o investimento em conhecimento é mais acentuado nas capitais, Portanto, isso implica em problemas para a população mais pobre, pouco representada e atendida pelos órgãos responsáveis.
“A cultura está acima da diferença da condição social.” Consoante Confúcio pensador e filósofo chinês, que fundamenta o direito essencial de acesso à cultura. Contrária a essa constatação, no Brasil evidencia-se uma segregação cultural, surgindo assim problemas no conhecimento adquirido pelas classes baixas. Nesse sentido, fica clara a necessidade de um maior incentivo governamental.
Em síntese, é mister que o investimento deve atingir a população pobre e que deve ter incentivo. Para a minimização dos problemas decorrentes, urge que o Ministério da Educação (MEC) crie, por meio de verbas governamentais, campanhas publicitárias nos veículos de comunicação que incentive o compartilhamento de cultura, incentivo também nas doações de livros para os mais necessitados.