A democratização do acesso à cultura no Brasil

Enviada em 30/09/2021

A Constituição Federal de 1988 é conhecida por seus direitos promulgados, principalmente os sociais. No entanto, atualmente, as pessoas têm percebido que esses avanços institucionais não foram observados devido à antidemocratização da cultura existente. Isso se deve à gestão antiética do País. Ao mesmo tempo, mesmo que os cidadãos obtêm oportunidades de lazer, não têm aproveitado o desconforto ocorrência social pela atual elite cultural.

Primeiramente, vale destacar que, segundo o site do governo “Cultura Viva”, em comparação com o sudeste, é evidente a carência de pontos culturais no sertão norte e nordeste. Essa situação indica um governo imoral, pois segundo Emanuel Kant, para ser ético, ele deve se comportar de forma que se prática comum. Diante disso, há uma necessidade urgente de solucionar esse problema.

Em segundo lugar, o processo de elitismo cultural faz com que a classe média se sinta desconfortável com os locais de arte. Assim como Fabiano e sua família se sentiam incomodados quando iam à cidade para festas, na obra Vidas Secas de Graciliano Ramos, o cidadão comum também se sente assim quando vai ao centro cultural. Diante disso, fica evidente a necessidade de solucionar o isolamento do espaço social geração por esta situação.

Portanto, fica claro que lutar contra esses impasses comprovados é inevitável. Por isso, as pessoas devem se reunir por meio das redes sociais e realizar manifestações pacíficas em centros culturais, obrigando o governo a administrar todo o território nacional de forma ética por meio da popularização da cultura. Além disso, o Ministério da Cultura e as ONGs precisam fornecer vários projetos culturais na periferia para combater o elitismo cultural. Só assim este direito social garantido pela constituição do cidadão pode ter efeito.