A democratização do acesso à cultura no Brasil

Enviada em 30/09/2021

Prestar atenção à cultura nacional é vital para o sentimento de pertença e identidade das pessoas. Para tanto, cabe à Constituição Federal Brasileira zelar pelo pleno exercício dos direitos culturais e do acesso aos recursos culturais nacionais, apoiar e estimular a valorização e a difusão das expressões culturais e democratizar a aquisição cultural. bens. No entanto, o baixo poder aquisitivo da população associado à desvalorização da cultura nacional oferece atualmente oportunidades culturais limitadas no Brasil.

Em termos de perspectivas, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a desigualdade social no país aumenta a cada ano e 50 milhões de pessoas no Brasil estão na linha da pobreza. Sem dúvida, a possibilidade de promoção cultural desses cidadãos é limitada, pois o acesso a museus, cinemas, apresentações teatrais e a compra de livros e outros meios culturais são elevados se comparados ao poder aquisitivo dessas pessoas.

O processo de globalização dividiu a disseminação dos valores culturais em níveis, havendo uma padronização da existência individual a partir de referências dominantes. Ao mesmo tempo, essa ideia interage com o termo cultura popular criado pela Escola de Frankfurt, que foi gerado na perspectiva de um grupo e apenas com fins lucrativos. Como resultado, os valores locais e nacionais são quebrados e as pessoas não podem entendê-los.

Portanto, está claro que lutar contra esses impasses comprovados é inevitável. Por isso, as pessoas devem se reunir por meio das redes sociais e realizar manifestações pacíficas em centros culturais, obrigando o governo a administrar todo o território nacional de forma ética por meio da popularização da cultura. Além disso, o Ministério da Cultura e as ONGs precisam fornecer vários projetos culturais na periferia para combater o elitismo cultural. Só assim este direito social garantido pela constituição do cidadão pode ter efeito.