A democratização do acesso à cultura no Brasil
Enviada em 17/09/2021
“A cultura está acima da diferença da condição social”, dizia Confúcio, pensador chinês. Porém, infelizmente essa fala dele não tem relação com o que de fato acontece no Brasil porque ocorre uma certa segregação com pessoas que não tem uma renda boa, a maioria delas não tem acesso a cultura. A priori, no Brasil é bastante comum que o acesso à cultura esteja de certa forma restrito à pessoas com uma renda alta. Apesar de haver bibliotecas, cinemas, teatros na maioria das cidades brasileiras, que os frequenta são indivíduos que não são de classe baixa, já que muitas vezes eles não tem condições de arcar com os custos. Entretanto, mesmo com a falta de condições, essas pessoas poderiam ser incluídas para ter esse acesso. Ademais, automaticamente as pessoas de renda baixa são mais excluídas da sociedade e dificilmente são incluídas para ter tanto acesso à cultura quanto as de classe alta. De modo que podemos comparar com a época em que nos Estados Unidos as pessoas negras e pobres não tinham acesso e nem podiam ir a teatros e acabavam também não tendo os mesmos direitos de adquirir os conhecimentos da cultura, como também acontece no Brasil, em relação à não incluirem eles para ter essas oportunidades. Portanto, as pessoas de classe baixa precisam ter a chance de ter acesso à cultura, de serem vistas. Por isso, o Ministério da Educação (MEC) precisa intervir, ele deve criar um projeto que consiga dar livros de graça para quem não tem condição de comprar, deixar essas pessoas frequentarem os cinemas e teatros também de forma gratuita. Desse modo, eles vão ter tanto acesso quanto os outros, podendo colocar a frase de Confúcio em prática.