A democratização do acesso à cultura no Brasil
Enviada em 08/10/2021
“A cultura é superior à diferença nas condições sociais.” Segundo Confúcio, filósofo e pensador chinês, que fundamenta o direito essencial de acesso à cultura. Contrariando essa constatação, há evidências de segregação cultural no Brasil, o que leva ao problema de acesso das classes populares ao conhecimento. E é importante destacar que, em função da políticas públicas, a maior parte da população não tem acesso a entretenimento, o que bloqueia o lado criativo e racional do indivíduo.
Em todas as fases da vida humana, o acesso à cultura é de fundamental importância cognitiva. No entanto, de acordo com o relatório da Oxfam, o país ficou em nono lugar em termos de desigualdade, especialmente nas áreas urbanas. Além disso, deve-se ressaltar que o Nordeste concentra o maior número de municípios sem bibliotecas públicas, o que é uma preocupação das autoridades locais, pois o investimento do capital em conhecimento é mais expressivo. Portanto, isso implica em problemas para a população mais pobre, pouco representada e atendida pelos órgãos responsáveis.
Portanto, percebe-se que os incentivos governamentais são necessários para aumentar o número de pensadores racionais, evitando que a sociedade seja alienada pela internet. Portanto, o mais importante é que, no meio rural, a distribuição de livros gratuitos é fundamental para minimizar os danos causados pela distância das cidades desenvolvidas. Com isso, será possível realizar o que Confúcio proferiu, além de promover a boa ação.