A democratização do acesso à cultura no Brasil
Enviada em 09/10/2021
“A cultura está acima da diferença da condição social.” Consoante Confúcio pensador e filósofo chinês, que fundamentala o direito essencial de acesso à cultura. Contrária a essa constatação, no Brasil evidencia-se uma segregação cultural, surgindo assim problemas no conhecimento adquirido pelas classes baixas. Nesse sentido, fica clara a necessidade de um maior incentivo governamental, assim como uma atenuada na disparidade social para ocorrer uma democratização do acesso ao saber no Brasil.
Primeiramente, é importante destacar que, em função das políticas públicas, a maior parte da população não tem acesso a entretenimento, o que bloqueia o lado criativo e racional do indivíduo. Dessa forma, fica evidente que é necessário o incentivo do governo para aumentar o número de pensantes racionais, prevenindo assim uma sociedade alienada pelo meio. Logo, torna-se indispensável sobretudo no interior a distribuição de livros gratuitos, simplificado os danos já causados devido à distância da cidade desenvolvida.
Além do mais, o acesso a cultura é de importância cognitiva fundamental em todas as etapas da vida humana. Todavia, ela não é acessível para todos em um país que ocupa o segundo relatório da Oxfam o nono lugar em desigualdade, sobretudo na área urbana. Além disso, é importante destacar que no nordeste encontra-se o maior número da cidade sem biblioteca pública, sendo preocupante para as autoridades locais, visto que o investimento em conhecimento é mais acentuado nas capitais, portanto, isso implica em problemas para a população mais pobre, pouco representada e atendida pelos órgãos responsáveis.
Por fim, é mister que o investimento deve ser alcançado uma população pobre e que deve ter incentivo. Para a minimização dos problemas levantados, insta que o Ministério da Educação (MEC) crie, por meio de verbas governamentais, campanhas publicitárias nos veículos de comunicação que incentive o compartilhamento de cultura e advirta de cidadão dos riscos de uma sociedade sem cultura, sugerindo ao telespectador criar o hábito de doar livros e não o deixar sem utilidade. Com isso, será possível realizar o que Confúcio proferiu, além de promover a boa ação.