A democratização do acesso à cultura no Brasil
Enviada em 18/10/2021
No Brasil, evidencia-se uma segregação cultural, surgindo assim problemas no conhecimento adquirido pelas classes baixas. Há uma grande desigualdade para essas pessoas em condições menores. “A cultura está acima da diferença da condição social.” Consoante Confúcio pensador e filósofo chinês, que fundamenta o direito essencial de acesso à cultura. Dessa forma, fica evidente uma grande necessidade de maior incentivo governamental, assim como atenuada na disparidade social para ocorrer uma democratização a favor deste acesso ao saber no Brasil.
A priori, vale ressaltar que, em função das políticas públicas, a grande parte da população não tem o acesso ao entreterimento como pessoas de classe média e alta, e ao o direito de ir e vir ao cinema, ao museu e em locais de acesso cultural, muita das vezes por uma desigualdade que é bem vista. É necessário o incentivo do governo para aumentar o número de pensantes racionais, prevendo uma sociedade bem aliada pelo meio.
Outrossim, o acesso a cultura é fundamental para os conhecimentos e as etapas da vida humana. Todavia, é importante destacar que no nordeste encontra-se o maior número de cidade sem biblioteca pública, sendo muito preocupante para as autoridades locais, visto que o investimento no conhecimento é maior nas capitais, isso implica em problemas para a população mais pobre.
Em síntese, para minimizar os problemas decorrentes e trazer uma melhora, urge que o Ministério da Educação (MEC) crie, por meio de verbas governamentais, campanhas e projetos publicitários de comunicação que incentive o compartilhamento da cultura, e trazer o acesso facilitado da cultura a essas pessoas com dificíl acesso, e sugerindo ao telespectador a criar hábitos de doar livros para não deixar sem utilidade. Assim, será mais possível realizar o que o Confúcio proferiu, e melhorar essa situação ruim do país.