A democratização do acesso à cultura no Brasil

Enviada em 23/10/2021

Em 1808, a família real protuguesa veio ao Brasil, e junto dela vieram vários artistas, o que gerou um grande avanço na artística brasileira, como a música, pinturas livros e teatro. Porém, tal fato partiu das elites e estimulou uma desigualdade entre o povo, limitando o acesso à cultura a pessoas de alta renda. Tal quadro deve ser modificado e todos devem ter acesso à cultura no Brasil.

Primeiramente, é importante citar que nem todos têm acesso às atividades culturais. Por exemplo, segundo o IBGE, apenas 27% das cidades não têm um museu e somente 10% têm cinemas. Este fato deve-se ao grande nível de desigualdade social presente no Brasil, já que a renda per capita do país, de acordo com o Banco Mundial, é de U$14.550,00, enquanto o da Noruega é de U$67.294,48.

Em segunda instância, deve-se dizer que há, por grande parte dos brasileiros, uma vez que muitos não possuem o hábito de prestigiar as  atividades artísticas. Consequentemente, não há uma compreensão de sua importância e da necessidade de respeitar outras culturas, causando uma marginalização de movimentos como o grafite e o funk. Ademais, esta falta de interesse faz com que a população não reivindique seus direitos básicos de acesso à cultura.

Diante dos fatos supracitados, há a urgência de combater esse mal. Portanto, o governo deve criar em cidades menores centros artísticos, museus, teatros, dentre outros, visando disponibilizar seu acesso a cada vez um maior número de pessoas. Além disso, a mídia e e as emissoras de televisão devem, por meio do programas e propagandas, combater os preconceitos com alguns movimentos e culturas e incentivar a procura à arte. Com essas ações, espera-se minimizar essa mazela que assola a sociedade contemporânea.