A democratização do acesso à cultura no Brasil

Enviada em 21/10/2021

A cultura do Brasil é muito rica porque é resultado direto dos enormes casamentos inter-raciais sofridos ao longo da história do país. No entanto, é óbvio que muitos cidadãos não têm contato direto com ele. Isso não se reflete apenas na exclusão social, mas também na falta de incentivos governamentais.

Não há dúvida que, nesse sentido, é importante destacar que as altas receitas de bilheteria de cinemas, teatros e museus são os fatores fundamentais que causam a divisão de classes sociais. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 14 milhões de brasileiros estão desempregados, então a distância entre esses cidadãos e as atividades culturais é inevitável.

Além disso, relacionado ao desinteresse do país pela promoção da cultura, a negligência das escolas públicas brasileiras também é um entrave à democratização da aquisição cultural. Isso porque a matriz curricular vigente prioriza disciplinas tradicionais e não prevê atividades culturais, como visitas a galerias e cursos de literatura e artes plásticas. Hoje, infelizmente, as escolas costumam ministrar apenas conteúdos considerados “relevantes” para o vestibular, excluindo cursos como cinema e música, que podem aproximar os jovens de projetos culturais. Como resultado dessa exclusão, os indivíduos crescem e pensam que a cultura e a arte têm pouco interesse.

Portanto, é necessário ajustar os fatores que filtram quem pode ou não participar das atividades culturais. Portanto, o poder executivo tem a responsabilidade de trabalhar com o Ministério da Cultura para criar um programa gratuito que abranja a todos e de investir na criação de centros culturais nas cidades mais instáveis ​​para melhorar a educação do futuro. nação.