A democratização do acesso à cultura no Brasil

Enviada em 11/11/2021

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948, pela ONU (Organização das Nações Unidas), assegura todos os indivíduos diretos à educação e bem-estar na sociedade. Entretanto, o acesso à cultura no Brasil não é acessível para a maíoria da população, dessa forma, a cultura é acessível apenas para a elite brasileira.

Em primeiro lugar, é crucial pontuar a ausência de medidas governamentais para combater a desigualdade social. Diante dessa perspectiva, a maioria da população não possuí condições para acesso cultural, segundo o G1, cerca de 65% dos brasileiros nunca frequentaram museus e exposição de arte. Nesse sentido, essa declaração, segundo o filósofo contratualista, John Locke, configura-se como uma violação do ‘contrato social’, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a cultura e lazer, o que é evidente no país.

Ademais, é fundametal apontar a carência de estímulos ao conhecimento sobre arte nas escolas como impulsionador da falta de interesse em conhecimeto cultural. Diante de tal exposto, poucas escolas incentivam seus alunos ao meio artístico, sendo considerado como algo fútil para a maíoria da população. Logo, é inadimissível que esse cenário continue.

Contudo, é impressindível que o Governo Federal, por intermédio do Ministério da Cultura, proponha espetáculos e exposições artísticas abertas ao público, tornando-a um meio de lazer, com o fim de diminuir a desigualdade cultural. Assim, se consolidará uma sociedade em que o Estado desempenha corretamente o seu ‘contrato social’, como afirma John Locke.