A democratização do acesso à cultura no Brasil
Enviada em 03/11/2022
Para o sociólogo Max Weber o Estado monopólio da Justiça e equidade, deve garantir o bem estar social. Entretanto, não é o que é visto na realidade, ainda mais quando se trata da democratização do acesso a cultura no Brasil essa garantia não é transformada em ações concretas. Desse modo, vale salientar a persistente negligência estatal e a ausênciade políticas voltadas para tal direito.
Nesse viés, vale salientar a contante negligência estatal que impede a resolução de tal problema. O romance Macunaíma retrata a importância da sabedoria popular na construção da identidade nacional,essa,em decorrência da enorme diversidade presente, essa que fora da dramaturgia, compõe a representatividade nacional por sua miscigenação cultural que por muitas vezes é deixada de lado quando o acesso a projetos sociais representativos contento por exemplo aulas de luta, danças, e teatro são negados pra sociedade.
Ademais, vale resaltar também a ausência de políticas voltadas para que essa democratização aconteça. Thomas More cita em sua obra utopia que a existência onde as injustiças sociais seajm ausente é a plena realização de um povo, paralelo a isso fica nítido que em quanto nenhuma providência é tomada continuaram a existir desigualdade que privilegiarão um grupo social em detrimento do outro.
Tendo em vista os fatos supracitados, fica claro que para se conquistar a total democratização do acesso a cultura no Brasil cabe ao Ministério da cultura indentificar locais com menor demanda de aparato governamental principalmente em locais distantes dos grandes centros onde esse acesso é mais escasso, por meio de pesquisas que identifiquem locais mais esquecidos por parte do Estado. Para que assim, tanto áreas menos acessíveis quanto grandes centros possam usufruir de tal dieito. Somente assim, se verá na pratica o Estado como um centro de monopólio da justiça e equidade como citado por Weber.